quinta-feira, 31 de maio de 2012

Sincol pede apoio do MP na fiscalização de ligeirinhos em Feira de Santana

De acordo com o sindicato, o transporte irregular, feito por veículos particulares, vem causando grandes prejuízos as empresas Princesinha e 18 de Setembro, responsáveis pelo serviço de transporte coletivo na cidade.
31/05/2012
Sincol

Foto: Sincol

Andréa Trindade
 
 O Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Feira de Santana (Sincol) pediu o apoio do Ministério Público Estadual para cobra fiscalização, por parte da Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT), do transporte clandestino de passageiros.
 
De acordo com o sindicato, o transporte irregular, feito por veículos particulares, vem causando grandes prejuízos as empresas Princesinha e 18 de Setembro, responsáveis pelo serviço de transporte coletivo na cidade.
 
Considerando que cada veículo transporte quatro passageiros e que realize em média 30 viagens diárias, conclui-se que cerca de 48 mil pessoas usam todos os dias,  os “ligeirinhos”, como também são chamados os transportes clandestinos.
 
Cerca de 400 veículos, muitos deles com visível ausência de manutenção, fazem ligeirinho na cidade, segundo levantamento feito durante diligências realizadas pela Princesinha e 18 de Setembro
 
Em entrevista ao repórter Paulo José, do programa Acorda Cidade, o advogado Leonardo Sirilo, informou que não existe praticamente nenhuma fiscalização e que além de reduzir o número de passageiros nos ônibus, os ligeirinhos não oferecem a segurança adequada aos passageiros.
 
“Se a pessoas sofrer um acidente ela não vai ter indenização, não vai ter apoio de quem a transportou, o que não ocorre se o acidente acontecer com um veículo de empresa regular”, informou.
 
Além da fiscalização, com rigor, do transporte clandestino, o Sincol solicita campanhas de conscientização da população com a finalidade de esclarecer sobre os riscos e prejuízos que a prática trás às pessoas.

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