Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
- Meu objetivo sempre é ter um time leve, que tenha muita vocação ofensiva, mas isso nem sempre é possível, pois às vezes falta o jogador, por lesão ou suspensão. Uma coisa é o conceito, outra coisa é ver se é possível aprovar esse conceito. Temos de saber tomar a bola e jogar. É um conceito meu. A gente tem de ir devagar, ter equilíbrio – essa é a palavra-chave. Mas não é fácil – explicou Falcão.
O site da entidade máxima do futebol destacou o fato de o tricolor baiano ter o melhor ataque do Brasil na atualidade, com 57 gols, ressaltando que mesmo com a contusão dos dois centroavantes, Souza (artilheiro do time) e Júnior, o poder ofensivo não diminuiu. No entanto, Falcão admitiu que nem sempre é possível implantar essa “vocação ofensiva”.
- Não posso, num jogo em que estou sendo atacado, sentindo que o time pode tomar o gol, cometer a burrice de achar que devo só atacar. É preciso retomar o jogo, o domínio. Não dá para ser burro e tomar dois, três quatro gols. Algumas vezes é possível, mas dois e dois não são quatro. Só na matemática. Jamais vou colocar o time para trás, dando bico para a frente, a não ser que seja uma questão de momento, pontual – completou.
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