Venda de Gabriel foi o motivo da resposta
Uma matéria especial do portal Terra, feita pelo jornalista Dassler
Marques, colocou o presidente do Bahia, Marcelo Guimarães Filho, contra
parede mais uma vez. O motivo? Transparência na venda de jogadores e
possível participação da empresa Calcio nas negociações.
A reportagem apresenta números e fatos que apontam uma forte ligação da
atual gestão do presidente do Bahia com a empresa, no qual o
representante é o delegado André Garcia. Segundo o Terra, a Calcio teve
participação financeira na venda do meia Maranhão ao Cruz Azul. Além
dessa negociação, a saída do volante Filipe ao futebol português e do
meia Gabriel para o Flamengo renderia aos cofres da empresa citada cerca
de R$ 1,1 milhão.
- Nas três principais negociações realizadas com pratas da casa pela gestão de MGF, a empresa teria recebido recursos – ela confirma a participação em dois dos negócios. Na venda do meia Maranhão para o Cruz Azul, do México, teve direito a R$ 400 mil, referentes a 20% dos direitos do jogador que haviam sido repassados. O volante Filipe, que servia a Seleção Sub-20, foi negociado com o empresário português Jorge Mendes, que o repassou ao Rio Ave-POR. A quantia cabível à Calcio foi de R$ 1,1 milhão, também referente a 20% - escreveu o jornalista do Terra.
- Nas três principais negociações realizadas com pratas da casa pela gestão de MGF, a empresa teria recebido recursos – ela confirma a participação em dois dos negócios. Na venda do meia Maranhão para o Cruz Azul, do México, teve direito a R$ 400 mil, referentes a 20% dos direitos do jogador que haviam sido repassados. O volante Filipe, que servia a Seleção Sub-20, foi negociado com o empresário português Jorge Mendes, que o repassou ao Rio Ave-POR. A quantia cabível à Calcio foi de R$ 1,1 milhão, também referente a 20% - escreveu o jornalista do Terra.
O presidente do Bahia, Marcelo Guimarães Filho, foi procurado e
respondeu sobre o assunto. De acordo com o dirigente, dentro do clube,
não há qualquer tipo para de favorecimento à Calcio, uma das vinte e
sete empresas parceiras do tricolor. - O que acontece no Bahia é o que
acontece em qualquer outro clube do Brasil. Temos 27 empresas ou pessoas
parceiras que têm direitos de jogadores. Não há monopólio ou
direcionamento. Para ter percentual de jogadores na base do Bahia só se
aportar recursos no clube ou se levar o atleta. Não houve facilidade ou
doação – disse ao Terra.
Marcelinho, inclusive, detalhou a negociação envolvendo Gabriel.
- Quando eu trouxe Gabriel para o Bahia, obviamente que não tinha participação em venda. Na renovação de contrato, ele solicitou 30% dos 100% que o clube tinha, por meio de seu procurador (Carlos Leite). Ficamos com 70% e vendemos 50% para o Flamengo. Hoje temos 20%. Não há nada. A Antonius (empresa concorrente da Calcio) ganhou mais dinheiro que eles em transferências. Mas não sei porque essa tara pela Calcio – afirmou.
Em nota oficial enviada ao Ecbahia.com, a empresa Antoniu’s, que gerencia a carreira de jogadores como Neto Baiano, Leandro Domingues e Jorge Wagner, rebateu veementemente as acusações feitas pelo presidente e respondeu à altura, desmentindo o recebimento de porcentagem nas negociações e cobrando transparência para dar fim às polêmicas.
Fonte : Bahia Noticias
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