O Centro de Distribuição (CD) do grupo O Boticário iniciou nesta quinta-feira (10) as suas atividades. Localizado entre os municípios de Feira de Santana e São Gonçalo dos Campos, em um terreno de 300 mil m2, com uma área de 25 mil metros construídos até o momento, o CD já gerou 129 empregos diretos. O investimento da obra é de R$155 milhões e pretende atender a demanda de distribuição de perfumes e cosméticos nas regiões Norte e Nordeste.
Durante a abertura das atividades, o diretor executivo do grupo,
Giuseppe Musela, afirmou que a escolha do terreno levou em conta sua
localização estratégica, próximo a grandes rodovias. “Evoluímos muito
rápido, apesar das chuvas, e hoje temos, ouso dizer, o Centro de
Distribuição mais moderno do mundo dos cosméticos”, disse Musela.
Apesar de O Boticário já ter iniciado as suas operações, ainda não há
uma definição sobre a qual das duas cidades pertence o terreno em que
está situado seu Centro de Distribuição.
Em conversa com o Acorda Cidade, o prefeito de São Gonçalo, Antônio Dessa, ‘Furão’, afirmou que a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) realizou um levantamento e fez um parecer favorável a São Gonçalo. No entanto, a Assembleia Legislativa da Bahia ainda fará a votação contra ou a favor do parecer emitido pela SEI.
Em conversa com o Acorda Cidade, o prefeito de São Gonçalo, Antônio Dessa, ‘Furão’, afirmou que a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) realizou um levantamento e fez um parecer favorável a São Gonçalo. No entanto, a Assembleia Legislativa da Bahia ainda fará a votação contra ou a favor do parecer emitido pela SEI.
“Não há indefinição nenhuma com relação a O Boticário sobre a qual
cidade pertence. Toda a documentação é a favor de São Gonçalo. Feira de
Santana solicitou da SEI/IBGE um levantamento, que comprovou que a
fábrica O Boticário pertence a São Gonçalo. Agora só falta mandar o
parecer para a Assembleia votar, como manda a lei. Porém, vale ressaltar
que nos últimos três anos a Assembleia já voltou mais de 200 pareceres
da SEI/ IBGE e aprovou todos”, concluiu Dessa.
Ainda de acordo com 'Furão', quando negociou a vinda da empresa para o
município, deu a ela total isenção dos impostos municipais, a exemplo do
IPTU, ISS, e metade do ICMS que pertence à cidade (a outra metade
pertence ao Estado) por um período de 20 anos, renovável por mais vinte.
“Não queremos dinheiro, queremos emprego e renda para a nossa
população”, disse.
As informações e fotos são do repórter Ed Santos do Acorda Cidade.
As informações e fotos são do repórter Ed Santos do Acorda Cidade.
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