quarta-feira, 18 de abril de 2012

Advogado que defende Asa de Águia explica processo e diz que não fará novo acordo

Advogado que defende Asa de Águia explica processo e diz que não fará novo acordo
O advogado Valton Pessoa, que defende a holding Duma (detentora da marca Asa de Águia), explicou ao Bahia Notícias a natureza do processo que o ex-baixista da banda, Levi Pereira, move em reclame dos seus direitos trabalhistas e com o pedido de indenização por uma série de supostas irregularidades. “O que ele está alegando é uma situação muito comum de músico. Ele se considera empregado e pede parcelas de natureza trabalhista. A empresa sustenta que ele não era empregado porque não recebia ordens de ninguém, não tinha obrigação nenhuma de comparecer à empresa, de fazer shows, enfim, ele não tinha nenhum tipo subordinação à empresa”, alegou Pessoa. O caso é muito parecido com o do ex-baterista de Ivete Sangalo, Toinho Batera. O causídico também revelou que um acordo fora da Justiça foi feito no momento em que Levi pediu sua demissão. “Ele que pediu para sair, embora esteja dito no processo que foi demitido. Fizemos um acordo no momento de sua saída e esse acordo tem validade jurídica. É isso que estamos discutindo”, comentou. Entre outras coisas que o baixista requer indenização, está a perda auditiva durante a carreira, o que ainda aguarda a perícia para ser constatada. “Primeiro: ele não pode reclamar mais nada porque ele fez acordo. Segundo: que, além disso, ele não era empregado, não tem direito a nenhuma parcela trabalhista. Em hipótese alguma faremos acordo”, avisou.

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