O
advogado Valton Pessoa, que defende a holding Duma (detentora da marca
Asa de Águia), explicou ao Bahia Notícias a natureza do processo
que o ex-baixista da banda, Levi Pereira, move em reclame dos seus
direitos trabalhistas e com o pedido de indenização por uma série de
supostas irregularidades. “O que ele está alegando é uma
situação muito comum de músico. Ele se considera empregado e pede
parcelas de natureza trabalhista. A empresa sustenta que ele não era
empregado porque não recebia ordens de ninguém, não tinha obrigação
nenhuma de comparecer à empresa, de fazer shows, enfim, ele não tinha
nenhum tipo subordinação à empresa”, alegou Pessoa. O caso é muito parecido com o do ex-baterista de Ivete Sangalo, Toinho Batera.
O causídico também revelou que um acordo fora da Justiça foi feito no
momento em que Levi pediu sua demissão. “Ele que pediu para sair, embora
esteja dito no processo que foi demitido. Fizemos um acordo no momento
de sua saída e esse acordo tem validade jurídica. É isso que estamos
discutindo”, comentou. Entre outras coisas que o baixista requer
indenização, está a perda auditiva durante a carreira, o que ainda
aguarda a perícia para ser constatada. “Primeiro: ele não pode reclamar
mais nada porque ele fez acordo. Segundo: que, além disso, ele não era
empregado, não tem direito a nenhuma parcela trabalhista. Em hipótese
alguma faremos acordo”, avisou.
Nenhum comentário:
Postar um comentário