
Combatente escreve "Nosso líder será sempre Maomé" | Foto: AFP
Este sábado (21) é o primeiro dia de jejum do Ramadã, período sagrado
para os muçulmanos. No entanto, a violência não dá trégua na Síria e 90
pessoas morreram, segundo informações do Observatório Sírio dos Direitos
Humanos (OSDH). Foram 41 civis, 29 militares e 20 rebeldes, a maioria
deles na província de Idleb, norte do país, onde os bombardeiros mataram
12 civis. Na capital Damasco, o número de civis mortos foi o mesmo, mas
as circunstâncias variaram entre disparos executados por
franco-atiradores, crimes “misteriosos”, em que os assassinos eram
pessoas desconhecidas e corpos encontrados dentro de suas residências.
Na última quinta-feira (19) o número de mortos chegou a 300, um recorde
nesses 16 meses de revolta no país, que já culminou com assassinato de autoridade local, detenção de jornalista brasileiro e suspensão de monitoramento da ONU. Com informações da AFP.
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